Textor encara acusação grave nos Estados Unidos

Dono da SAF que controla o Botafogo, o empresário John Textor enfrenta uma nova acusação, mas agora longe dos gramados. O cineasta Scott Ross escreveu um livro intitulado “A Revolução do Filme Digital Geranciando o Incontrolável” (traduzido) onde ele conta alguns detalhes dos bastidores – não tão agradáveis – do cinema de Hollywood.

Segundo relatado no livro, há algumas tentativas de calote e fraudes promovidas pelo dono da ‘Eagle Football’. “Eu fiz uma pequena pesquisa de antecedentes e descobri que, ironicamente, esse mesmo Textor era responsável pelo único recebível inadimplente que a Digital Domani já teve. Acontece que, vários anos antes, ele tinha vindo até nós procurando um logotipo CG para uma empresa de skate que ele dirigia. O Sr. Textor nunca nos pagou”, diz um trecho do livro.

O empresário norte-americano, no entanto, negou todas as acusações. O dono do Botafogo e do Lyon afirmou que o livro “é uma peça de ficção” e que Ross tentou, de diversas formas, procurar culpados pelos seus fracassos no universo do Cinema. Um destes foi o diretor James Cameron, conhecido por dirigir filmes de sucesso mundial, como “Titanic” e “Avatar”, com alta bilheteria nos cinemas.

Polêmicas envolvendo Textor

A grande verdade é que o nome de John Textor, vira e mexe, é colocado em meio a diversas polêmicas. Considerado salvador do Botafogo por conta do alto valor investido no clube que refletiu na conquista de títulos, Textor polemizou ao acusar que existem resultados manipulados em algumas partidas do futebol brasileiro, chegando a citar alguns jogos nominalmente.

Textor se faz valer de um relatório produzido por meio de Inteligência Artificial (IA) e chegou a pedir a renúncia de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF. As primeiras acusações de manipulação vieram após a derrota para o Palmeiras por 4 a 3, resultado que fez com que o Botafogo sofresse uma derrocada no Brasileirão 2023 e, consequentemente, perdesse o título para o Alviverde.

Além disso, o empresário também vive polêmicas no Lyon. O clube francês foi proibido de inscrever novos jogadores na última janela de transferências e sofreu ameaças de rebaixamento por conta de dívidas que ultrapassavam a casa dos R$ 600 milhões.

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