CBF corre contra o tempo para resolver crise no Brasileirão Feminino

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) está tentando resolver um problema que vem atingindo o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino. A edição deste ano está em sua terceira rodada e, até agora, os estádios onde estão sendo realizados os jogos não contam com placas de publicidade ao redor dos gramados nem com backdrops para entrevistar as jogadoras. Isso se dá por falta de patrocínios para a competição.

Acontece que, recentemente, a entidade perdeu três grandes patrocínios que, inclusive, estampavam suas marcas nas peças publicitárias nos duelos da competição feminina. De acordo com a CBF, não houve um acordo de renovação com as marcas por conta dos valores que não chegaram ao desejado. Além disso, a oferta não valorizava o Brasileirão Feminino, algo que a entidade vem buscando nesses últimos anos.

Segundo informações do ‘ge’, enquanto não acerta novos acordos, a CBF vai colocar placas com mensagens importantes, como combate ao assédio, racismo, feminicídio e também, em defesa da integridade do futebol. A entidade pretende fechar acordos publicitários até o fim da primeira fase da competição.

Brasileirão de futebol feminino

A competição teve início no último dia 22 de março e, até o momento, teve três rodadas disputadas. De acordo com o regulamento do Brasileirão Feminino, as 16 equipes se enfrentam em turno único na primeira fase e as oito equipes com a melhor campanha avançam para o mata-mata. Enquanto isso, os dois últimos colocados serão rebaixados.

Até o momento, o São Paulo lidera a competição empatado em número de pontos com Corinthians, Ferroviária e Cruzeiro, mas a frente pelo critério de saldo de gols. A quarta rodada terá início no próximo sábado (12), com confrontos interessantes como os clássicos entre Corinthians x Palmeiras e Ferroviária x São Paulo. A primeira fase do Brasileirão Feminino deve terminar no dia 18 de junho.

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